Um homem, de 37 anos, foi preso em flagrante pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) suspeito de envolvimento em um roubo na zona rural de Pedralva, no Sul do estado, que terminou com a morte de uma idosa de 84 anos. A prisão ocorreu nesta quarta-feira (28/10).
Ação na zona rural terminou com morte
Segundo as informações apuradas, por volta das 2 horas, pessoas ainda não identificadas foram até uma residência no povoado Pitangueiras. Após serem recebidas pelos moradores, elas entraram no imóvel, dominaram as três vítimas e as amarraram em diferentes pontos da casa.
Entre 3h30 e 4h, uma das vítimas conseguiu escapar e pedir ajuda a pessoas que passavam pelo local. Elas acionaram familiares e a Polícia Militar. Quando as equipes chegaram, encontraram a mulher de 84 anos morta e os outros dois moradores.
De acordo com a PCMG, uma das vítimas foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
Celulares levados e possível subtração de dinheiro
Os primeiros levantamentos apontaram que dois celulares foram levados da residência. A possibilidade de subtração de dinheiro também está sendo investigada, já que moradores relataram que uma das vítimas costumava guardar valores no imóvel.
Suspeito é sobrinho de uma das vítimas
A PCMG informou que realizou trabalhos periciais e iniciou a apuração. Durante a investigação, os policiais chegaram ao suspeito, sobrinho de uma das vítimas. Ele autorizou o acesso ao conteúdo do próprio celular, onde foram identificadas, em análise preliminar, conversas consideradas suspeitas entre ele e uma testemunha.
Ainda segundo a PCMG, imagens de câmeras de segurança de um estabelecimento comercial próximo registraram o homem na companhia de uma mulher de 49 anos e de três homens ainda não identificados.
Material apreendido e prisão convertida
Durante a ação, foram apreendidos vídeos das câmeras de segurança, cartão de memória e aparelho celular. O material será analisado no curso da investigação.
O suspeito foi preso em flagrante e encaminhado ao sistema prisional. A PCMG também representou à Justiça pela conversão da prisão em preventiva.
A investigação segue para esclarecer as circunstâncias do crime, identificar os demais envolvidos e apurar a possível subtração de dinheiro da residência.
Crédito da imagem: Reprodução PCMG
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